Ubu-quê? Calma, não tô xingando ninguém em tupi-guarani (apesar da quantidade de índios por aqui, desde a edição passada…).
Na verdade “Ubuntu” deriva de um conceito sulafricano que significa algo próximo de “todos ajudando todos”.
Mas tá, o que é isso? Bom, uma das maiores brigas do pessoal do “software livre” é contra os sistemas operacionais. “Windows” e “Mac OS”, os mais famosos sistemas operacionais utilizados nos computadores, além de serem pagos não permitem o acesso de usuários e desenvolvedores aos códigos-fontes. Dessa forma os desenvolvedores do mundo todos ficam limitados ao que a Microsoft ou a Apple desejarem.
A história começa por volta de 1996, quando Linus Torvalds, da Universidade de Helsinki, Finlândia, com a ajuda de diversos programadores voluntários escreveu o código-fonte do Linux, um sistema operacional totalmente gratuito e com código-fonte livre, que se tornou símbolo – junto com seu ícone, o pinguim – dessa “luta” contra o software fechado.
Porém, mesmo com todos os avanços, a interface e usabilidade do Linux ainda é pouco convidativa, se comparado com o Windows e o Mac OS, além de questões como programas específicos e outros detalhes, o que afasta o usuário final dessa plataforma. Assim, o Linux acaba sendo adotado mais por programadores e desenvolvedores.
Aí entra, então, o Ubunto. Lançado há 6 anos atrás, é um sistema operacional que utiliza o núcleo Linux, porém possui gráficos e uma interface cada vez mais simples, de modo que o usuário final encontra pouquíssimas dificuldade de adaptação.
E além de ser de graça, o sistema é fácil de instalar. Aliás, se você preferir, não precisa nem instalar em seu computador. Dá pra rodar direto de CD ou de um pen-drive.
Muito aqui no Campus Party utilizam Ubuntu. Eu mesmo experimentei a sensação de ser um “ubuntista” em um computador emprestado de um campuseiro e afirmo: É FÁCIL DE USAR! Ainda mais depois de acompanhar um pouco da palestra de Paulo Christiano e Alexsandro Cardoso mostrando os caminhos das pedras para não precisar mais do windows. É ficar de olho nessa novidade…













































































































